Minhas asas decaíram.
Meus segredos estão em risco.
Ainda assim, não me convenci
De que é chegado tempo de aportar.
Ainda danço a mesma música triste,
Mas agora não choro mais.
Ainda lamento os passos vacilantes,
Mas agora não ando só.
Se eu estacionar
E te pedir tuas mãos
Prometes não destruir
O que me trouxe até aqui?
Anátema
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puxa vida… essa safra atual da Anátema está realmente muito boa,,, mesmo com as nossas adversidades acadêmicas vc conseguiu cria um trio de poemas de qualidade, que apesar de separados, formam um todo coeso que poderiam perfeitamente se unir. E esse último não tem título de propósito?
… e coloca adversidade nisso! Tem sido o inferno. Mas esses momentos acabam sendo inspiradores porque escrever uma poesia se torna uma válvula de escape o que deixa a escrita mais gostosa do que já é. E como o que falta é tempo para ler, reler, ler de novo, reescrever… as poesias acabam sendo praticamente inspiração pois não há como trabalhá-la. Quanto ao nome, não consegui pensar em nenhum, mas estou aceitando sugestões…