Eu não busco as cicatrizes do que sangro.

Quero é abrir minhas feridas para que elas sangrem até se tornarem estanques.

Eu não busco lágrimas furtivas, emocionadas

Ou a alegria compartilhada.

Eu busco o pranto sem o ressentimento do constrangimento de se mostrar,

A fragilidade de um estado vulnerável,

O conforto do silêncio acompanhado

E o abandono de um abraço confiado.

 

                                                                                                  Anátema

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