Não é o ritmo, não é a rima
Não é a moda, não é o modo
Não é o método, nem é a métrica
Não está no manual e nada é pessoal
É o manual que fiz das pessoas que conheci
É o método que criei da métrica que traçaram
É a moda que segui do modus operandi que ensinaram
É o ritmo que inventei com as rimas que me encantaram
Não é o dia, nem é o poente
Não é a virilidade de quem se acha potente
Não é a virtude do bem presente
Não é a caridade do benfeitor ausente
É a sinceridade de quem diz “bem feito”
É a virtude que há em se ausentar
É a virilidade que existe em falhar
É um dia que só nasce quando eu acordar
Não é o cume, nem a base
Não é a casa nem o camicase
Não é seu clássico nem meu ‘populaxo’
Não é a frase nem todo o abecedário
É um alfabeto que não diz nada
É a palavra que emudece
É a morada que desaba
É o topo onde só se chega,
QUANDO TODO RESTO ACABA
1 Comentário
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Ja te disse isso um monte de vezes,mas o ritmo que vc escreve é realmente envolvente!
Mt bom!